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"Mau Colesterol" ou LDL-Colesterol

 

O colesterol é um tipo de gordura que circula na corrente sanguínea. Contudo, esse transporte só é possível quando as moléculas de colesterol estão ligadas a certas proteínas - HDL, LDL e VLDL - pela sua natureza lipídica (insolúvel no sangue).

As LDL (Low Density Lipoproteins ou lipoproteínas de baixa densidade) são as proteínas que transportam o colesterol do fígado para os órgãos e tecidos, favorecendo a sua acumulação no organismo.

O LDL-colesterol é conhecido como "mau colesterol" porque traz malefícios para a saúde. Os valores considerados normais para um adulto saudável são inferiores a 115mg/dl. Para doentes de alto risco (diabéticos, com doenças cardiovasculares ou com risco cardiovascular elevado) devem ser menores do que 100 mg/dl (Sociedade Europeia de Cardiologia).

Quando existe excesso deste tipo de colesterol, começa a acumular-se no interior das paredes das artérias e origina a formação de placas de ateroma (aterosclerose). Tal dificulta o fluxo sanguíneo e pode provocar a ocorrência de acidentes vasculares cerebrais (AVCs), tromboses ou enfartes.

 

A maior propensão para quantidades elevadas de LDL-colesterol pode ser resultado de fatores genéticos, de algumas patologias (tiroide, obesidade, diabetes) ou de um estilo de vida inadequado (excesso de peso, má alimentação, ausência de exercício físico, tabagismo ou stress).

Existem produtos naturais com resultados bastante favoráveis à normalização dos valores de "mau colesterol", destacando-se a lecitina de soja e os óleos de açafroa (rico em ómegas 6 e 9) e de salmão (com ómega 3). Constituem uma excelente opção terapêutica para diminuir os níveis de gordura no sangue, incluindo os de LDL-colesterol, e para melhorar a saúde cardiovascular.

Produtos: Lecitina de Soja, Óleo de Açafroa, Óleo de Salmão.

 

ALHO (Allium sativum) - O Antibiótico de Origem Natural

 

O Alho é uma planta aplicada na medicina há milhares de anos, pelas suas importantes propriedades terapêuticas.

É um ótimo agente anti-infecioso, uma vez que apresenta atividade contra qualquer tipo de infeção. A sua utilização é eficaz na eliminação de bactérias, vírus, fungos e, também, parasitas. Esta planta medicinal possui, então, uma ação antibacteriana, antiviral, antifúngica e anti-helmíntica, respetivamente.

São vários os estudos clínicos que têm vindo a comprovar a eficácia terapêutica do Alho. Alguns indicam mesmo a sua capacidade contra algumas espécies de bactérias, designadamente Escherichia coli, Mycobacterium tuberculosis, Staphylococcus aureus, Salmonella enteritidis, entre outras.

Tem-se verificado, com o passar dos anos, que os microrganismos (especialmente as bactérias) têm vindo a desenvolver resistências contra os medicamentos químicos utilizados para os eliminar. Isto sucede-se sobretudo com os antibióticos, quer pelo seu consumo indevido e indiscriminado quer pela evolução das estirpes bacterianas. Torna-se, portanto, imperativo para a saúde utilizá-los de forma consciente e racional.

O Alho exerce um efeito antibiótico natural, sem causar efeitos secundários indesejáveis. O seu uso habitual permite o fortalecimento do sistema imunitário, aumentando consideravelmente as defesas do organismo. Torna-se, assim, vantajoso na época das gripes e constipações, pois previne o aparecimento das mesmas e atenua a sua possível gravidade. É particularmente eficaz na prevenção e tratamento de infeções respiratórias.

Produtos: Alho.

Pé Diabético

 

A Diabetes Mellitus é uma doença que afeta cada vez mais pessoas em todo o mundo, atingindo aproximadamente 12% da população portuguesa (APDP - Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal). As complicações desenvolvidas com o decorrer da doença são a causa da sua elevada morbilidade e mortalidade, surgindo as lesões mais importantes nos olhos, rins, sistema cardiovascular (coração e vasos sanguíneos) e nervos periféricos.

Cerca de 1 em cada 4 doentes com Diabetes Mellitus apresenta um risco aumentado de desenvolver pé diabético, que culmina, com frequência, em formação de úlceras e amputação de membros (APDP).

O pé diabético é uma complicação resultante de alterações macro e microvasculares (grandes e pequenos vasos sanguíneos) e da afeção do sistema nervoso periférico (nervos). Existe uma redução considerável da quantidade de sangue que circula nos membros inferiores (pernas e pés), devido à rigidez e ao entupimento das artérias (normalmente por acumulação de gorduras). Assim, há uma insuficiente oxigenação dos tecidos, levando à formação de feridas (úlceras) e à incapacidade de cicatrização das mesmas que, em situações de maior gravidade, pode mesmo originar necrose (morte tecidular) com consequente amputação (remoção cirúrgica) do membro.

 

Outra situação que também contribui para o aparecimento do pé diabético é a neuropatia, isto é, a destruição progressiva dos nervos. Esta vai dificultar que haja sensação nos pés (quente ou frio, por exemplo), ocorrendo uma perda, parcial ou total, de sensibilidade.

Todos estes fatores aumentam o risco de feridas nos doentes com Diabetes Mellitus, muitas vezes sem que se apercebam, daí a importância da vigilância e cuidados permanentes dos seus pés.

É, então, fundamental para todos os diabéticos manter os níveis de açúcar no sangue controlados, por forma a evitar as complicações características da doença, assim como proteger os órgãos alvo mais afetados.

Produtos: DiabetNat (Cápsulas e Xarope), VasoNat, VenoNat.

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