Tendinite - Uma Patologia Periarticular

 

Uma das doenças reumáticas mais prevalente em Portugal, na atualidade, é a tendinite (15,8% da população), sendo precedida apenas pela lombalgia que afeta 26,4% dos portugueses (Estudo EpiReumaPt - Sociedade Portuguesa de Reumatologia).

A tendinite é definida como uma inflamação de um tendão, cujo estabelece a conexão entre os músculos e os ossos e possibilita o movimento das articulações do corpo humano. É a sua atividade contínua e repetida que dá origem ao processo inflamatório nos tendões.

Como consequência da inflamação é gerada a dor, que se intensifica com a continuidade de um esforço repetitivo e passa a ser constante mesmo em repouso. Isto provoca rigidez e diminuição da força do membro envolvido e incapacidade de executar certos movimentos, afetando a qualidade de vida dos doentes, de forma muito significativa.

Existem alguns tendões que estão mais suscetíveis à inflamação, tais como os do ombro, da mão (polegar), do antebraço (cotovelo), do joelho e do calcanhar.

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A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica em Portugal

 

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) é uma doença crónica importante em Portugal, contribuindo muito para a perda de qualidade de vida e para a mortalidade dos portugueses.

Estima-se que aproximadamente 5,3% da população portuguesa adulta ativa tenha DPOC e que a sua prevalência venha ainda a subir nas próximas décadas. Esta aumenta com a idade e afeta sobretudo os homens, embora o número de casos esteja a aumentar nas mulheres devido ao maior consumo de tabaco pelo sexo feminino (Direção-Geral da Saúde - DGS).

A DPOC, a nível internacional, era a 12ª causa de incapacidade em 1990 e prevê-se que venha a ser a 5ª em 2020.

É uma doença respiratória caracterizada por uma redução do calibre (diâmetro) das vias aéreas respiratórias, ocorrendo uma limitação do débito aéreo e levando a uma obstrução brônquica. Esta evolui de forma progressiva (com o agravamento da doença), não é totalmente reversível e deve-se a uma resposta inflamatória anormal dos pulmões aquando a inalação de partículas ou gases nocivos.

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As Úlceras de Perna

 

Uma úlcera de perna é uma lesão localizada ao nível da perna, sobretudo entre o joelho e o tornozelo (alguns casos no pé), podendo ser causada por trauma (uma queimadura, por exemplo) ou por alguma patologia associada (doença venosa crónica, tromboflebite, trombose venosa profunda, Diabetes mellitus).

Pode ser de origem venosa (veias), arterial (artérias) ou mista. Porém, a grande maioria são úlceras venosas.

As veias responsáveis por levar o sangue até ao coração (retorno venoso) ficam menos capazes de exercer a sua função, quer por incapacidade das válvulas situadas no interior das veias quer por alterações nos músculos que circundam as mesmas. Isto faz com que a circulação sanguínea fique comprometida, haja uma acumulação de sangue e suceda um aumento considerável da pressão dentro das veias, o que vai fazer com que ocorra a saída de líquido para os tecidos que circundam os vasos sanguíneos e leve à formação de edema (inchaço).

Tal facto origina, então, uma série de reações inflamatórias e lesões nos tecidos que, por sua vez, provocam alterações cutâneas e ulceração (formação de úlceras). 

Alguns dos fatores de risco para o desenvolvimento de uma tendinite são a prática intensiva de determinados desportos (natação, golfe, ténis, entre outros), profissões que implicam a execução de movimentos iguais e repetidos (utilização constante do computador, fábricas, costura), algumas patologias (artrite reumatoide) e a própria idade (os tendões vão enfraquecendo e perdendo elasticidade ao longo do tempo).

A principal forma de tratamento de uma tendinite é a toma de substâncias com poder analgésico e anti-inflamatório, uma vez que é imperativo tratar a inflamação e controlar a dor. Para quem tem maior propensão para o aparecimento de tendinites é fundamental a prevenção, mantendo os tendões fortalecidos e desinflamados.

Produtos: OsteoFlex Nat, Boswelia + Curcuma, Alho.

 

Sugestões mensais

O tabagismo é responsável por 90% dos casos de DPOC, sendo, portanto, o principal fator de risco para esta doença. A exposição ambiental a gases, poeiras ou produtos químicos poluentes também ajuda ao seu desenvolvimento. Em casos mais raros, uma deficiência genética de alfa-1-antitripsina (leva à chegada prematura de enfisema, acompanhado de alterações ao nível dos brônquios) também pode originar DPOC.

Um sintoma bastante comum desta patologia é a tosse produtiva (com hipersecreção de expetoração, presença de "catarro"), que geralmente é associado ao tabaco e é subvalorizado, atrasando o diagnóstico e o devido tratamento. Com a progressão da doença surge a dispneia (falta de ar), que no início ocorre com esforço físico intenso mas com o agravamento da DPOC começa a acontecer durante a realização de atividades simples diárias como tomar banho ou vestir. Posteriormente, com a dificuldade respiratória, aparece pieira ("gatinhos") durante a respiração e um cansaço persistente.

Para além dos brônquios, a DPOC afeta também os pulmões e pode originar uma sobrecarga no coração.

É essencial ao tratamento e ao aumento da qualidade de vida nos doentes com DPOC manter o sistema respiratório saudável, forte, limpo e protegido.

Produtos: AllergiNat.

 

O oxigénio e os nutrientes necessários não chegam corretamente às células na área lesionada, dificultando muito o processo de cicatrização e impedindo ou atrasando a obtenção de pele saudável.

Se a ferida for aberta, há, também, acumulação de germes dentro e em redor da ferida, o que causa infeção e mau odor e agrava ainda mais a situação clínica.

As úlceras venosas são um importante problema de saúde, pois causam muito sofrimento (dor moderada a intensa) e, até mesmo, incapacidade aos doentes e por longos períodos de tempo.

Normalmente o tempo de cicatrização de uma úlcera de perna é superior a seis semanas, mas há casos em que pode mesmo chegar a evoluir para a cronicidade.

Produtos: VenoNat, Pau d'Arco Xar., Aloé Vera.